Esta é a pergunta que se coloca nesta altura do ano. As crianças escrevem as cartas ao Pai Natal, fazem-se listas de desejos e tenta-se adivinhar o que é que o outros desejam.
Quando já somos crescidos, esse mundo encantado acaba e a pergunta é colocada directamente no último almoço em família.
O que responder? Quando se chega aos 30 e economicamente independente, as coisas que se quer, compram-se. Pode ser necessário amealhar para o fazer, mas não se espera que chegue o Natal para que os embrulhos apareçam debaixo do pinheirinho. As coisas que se desejam e que o dinheiro não pode comprar, não aparecem embrulhadas, nem sequer com um simples laçarote.
Portanto, aqui estou eu a tentar construir uma lista de possíveis e realizáveis prendas de Natal.
Algo para a casa, ainda me faltam candeeiros em algumas divisões da casa. Penso que a minha casa ficaria contente com isso…
Uma nespresso, as visitas iriam gostar, agora que eu me mantenho a descafeinados… cheira-me que vai ganhar pó!
Um livro. Sim, é uma boa opção. Vamos lá espreitar as possibilidades:
BRYSON, Bill; A Vida e as Aventuras do Rapaz-Relâmpago.
BRYSON, Bill; Made in America.
KATAYAMA, Kyoichi; Um Grito de Amor no Centro do Mundo.
ADIGA, Aravind; O Tigre Branco.
ZIMLER, Richard; Os Anagramas de Varsóvia.
Não consigo lembrar-me de mais o que colocar nesta lista, mas, pensando bem… basta um postal!


