Apesar de ser fim-de-semana, trouxe tanto trabalho para casa que tudo serve de desculpa para não meter as mãos na massa.
E uma desculpa que me surgiu agora foi: quais são as 10 pessoas desconhecidas que toda a gente deveria conhecer. Sim, desconhecidas, porque até nós os insignificantes podemos ser interessantes em qualquer coisa.
Por uma ponta ou por outra ou até mesmo pelo meio e sem questionar o grau de importância, cá vai disto:
1 – O meu irmão. Geek quanto baste, informático, fotógrafo amador, viciado em gadgets e jogador de xadrez são motivos mais do que suficientes mas para além destes motivos todos, há o de ser meu irmão, o que faz com que ele seja mais interessante que o resto do mundo, pelo menos é para mim.
2 – O dono do bar onde se encontra o pessoal. Num espírito “Cheers – Aquele Bar” “You want go where everybody knows your name”.
3 – A minha avó. Com um feitiozinho poderoso, tem sempre uma história da sua vida para contar. Desde os tempos em que viveu em Espanha aos tempos que trabalhava como calceira (cal… quê? era costureira, e fazia calças de homem numa altura todas as mulheres usavam saias).
4 – A porteira do prédio. A relação com a porteira tem o que se lhe diga. Há que manter os níveis de cordialidade para que ela se sinta confortável na nossa presença e estar disponível quando precisarmos da sua ajuda. Ao mesmo tempo, não lhe devemos dar informação a mais sobre a nossa vida para não corrermos o risco de a ter na boca do mundo. Se prestarmos a atenção devida, rapidamente temos conhecimento do que se passa à nossa volta, pois se trata de uma pessoa com características identicas às do lobo mau: olhos grandes, orelhas grandes e uma boca grande quando se puxa por ela.
5 e 6 – A peixeira da lota e a senhora da padaria. Peixe fresco e pão quente e está tudo explicado.
7 – O meu outro irmão, mais um viciado em gadgets, fotografia e informática (parte destas características devem constar no ADN da família), adora quebra-cabeças e tem dedos que parecem agulhas, quem treina Shorinji com ele sabe do que falo.
8 – A minha amiga das beiras, boa companhia para conversa e copos. Vai um fino?
9, 10, 11,… (ops já passei os 10) – toda aquela malta com que eu passo horas a conversar, com a qual eu vou para os copos, com quem nem sempre estou de acordo, mas ainda bem, porque senão esta vida era demasiado aborrecida.



E eu!! Falto eu aí!
Tu entras, no grupo de pessoas com quem falo, com quem nem sempre concordo, mas que faz com que a vida seja esse tanto interessante!
Pode ser?